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Mais Coisas Sobre Arte

 século XV o camafeu( chiaroscuro) era uma técnica que era usada que imprimia a cor escura e clara e fazia gradações. Foi no século XVIII que Jacques Christophe le blond ampliou a técnica por meio da teoria da cor de newton. Com isso ele separou as cores em ciano, magenta e amarelo. No século XVIII Thomas Bewick (1753-1828) inventou a xilogravura de topo. A xilogravura no Brasil teve sérias dificuldades para se desenvolver porque não existia mão de obra especializada nisso, com isso os irmãos Fleiss nos anos 1860, criaram o instituto artístico, onde ofereceram o primeiro curso de xilogravura. Com a invenção da fotografia, a multiplicação de imagens se perdeu, porém os artísticas exploraram outras técnicas. No expressionismo a xilogravura foi muito bem trabalhada por um artista específico chamado Edvard Munch (1863-1944). Com isso sua xilogravura era bem expressiva e usava cores quentes ( cores claras). Portanto Munch usava suas xilogravuras para mostrar diversos assuntos aos quais os homens passam, como por exemplo, o grito, olhares tristes ou até um beijo em alguém. Olhe essa xilogravura:

Essa xilogravura se chama " O Grito", aqui podemos ver as linhas grossas e finas que podem remeter a um estado de grito, onde as ondas de som produzem sons baixos e altos. E elas são feitas com ondulações por causa disso, desse estado de tensão. O corpo da pessoa que grita é ondulado para dar mais dramaticidade ao grito. E a profundidade no quadro nos remete a essa tensão, é como se fosse um grito que é escutado a uma distância muito grande, por isso, essa ilusão de três dimensões. O pintor queria nos remeter a um estado de pânico e se tivesse em uma pintura plana esse estado não seria bem aproveitado.
A literatura de cordel nos mostra também a xilogravura, como por exemplo, as obras de J. Borges (José Francisco Borges). O cordel uma literatura que é típica nordestina, onde a poesia é feita com os sotaques e palavras do nordeste. As xilogravuras falam sobre o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, os folguedos populares, a religiosidade, sempre ligado ao povo nordestino.
Essa xilogravura já mostra um certo estado de movimento da noite, e o cacto nos mostrando a região árida do nordeste. São desenhos simples mas que tem um grande valor cultura para o cordel e para o nordeste. A xilogravura japonesa de Katsushika Hokusai também é bem presente e influenciou os impressionistas, o seu estilo é o ukiyo-e que significa retratos do mundo flutuante. As suas xilogravuras são bem lineares e gestuais, e um dos artistas do século XVIII chamado Kitagawa Utamaro. Olhe um exemplo de xilogravura:
suas xilogravuras são suaves e os rostos são mais redondos, os kimonos são bem gestuias e as mãos também. O Van Gogh e o Utagawa Hiroshige fizeram um trabalho iguais. Porque isso? Os artistas podem copiar um trabalho de outro artista e fazer no seu estilo. Muitos artistas como por exemplo Velasquez tiveram seus trabalhos copiados por outros artistas, como por exemplo, Pablo Picasso. Um exemplo;
Iremos passar para a litografia agora. A litografia é feita em pedra calcária. É quase mesmo exemplo da xilogravura, você usa gordura sobre a superfície da matriz, e com isso as pedras planas recebem desenhos com tinta pastosa, depois era feito a gravação por um processo de acidulação nítrica. Litografia vem do termo lito (pedra) e "grafia" (Gravar). A litografia foi inventada por Alois Senefelder. A sua invenção chegou a Paris e depois se expandiu para a Espanha, onde Goya influenciou Delacroix (1798-1863). Eugene Delacroix foi um pintor romântico e que pintou a pintura " A liberdade guiando o povo" Olhe essa litografia de Delacroix:
Essa litografia lembra muito o conceito de pictórico ( massa de tinta) não dando muitos detalhes ao cabelo, mas fazendo gradações de massa de cor ao rosto para criar volume e esse é um retrato de Goethe. As litogravuras foram produzidas em textos teatrais e partituras. Um exemplo de artista é o Jules Chéret (1836-1933)



 
 
 
 
 
 
 
 
 
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