O Barroco Pombalino é um estilo arquitetônico que foi desenvolvido em Portugal no século XVIII, durante o período em que Sebastião José de Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal, ocupou o cargo de primeiro-ministro. Durante a sua governação, Pombal deixou uma marca indelével na história portuguesa, através da implementação de numerosas reformas e da reconstruçao de Lisboa após o grande terremoto de 1755. O Barroco Pombalino é caracterizado pelo uso de linhas sóbrias e regulares, pela simetria das fachadas e pela utilização de molduras em cantaria ou em pedra lioz. Também é destacado por seus detalhes em relevo e por motivos decorativos em concha ou chifres de touro. Outras características incluem as janelas regularmente espaçadas e as escadas interiores com elementos escultóricos. A utilização da pedra de lioz, uma pedra calcaria dura e de tom creme claro, é uma das marcas distintivas da arquitetura Barroca Pombalina. Ela foi frequentemente empregada em edifícios públicos, como igrejas, mosteiros, palácios, casas nobres e fontes públicas, sobretudo na região de Lisboa. Exemplos notáveis do estilo Barroco Pombalino em Lisboa incluem a Praça do Comércio, o Terreiro do Paço, o Palácio Nacional de Queluz, o Aqueduto das Águas Livres e a Igreja e Convento do Carmo. O Barroco Pombalino é um estilo arquitetônico único, que combina a grandeza da arquitetura barroca com a simplicidade e elegância da estética neoclássica. Ele deixou uma marca indelével no patrimônio arquitetônico português, especialmente em Lisboa, onde os edifícios em estilo pombalino continuam a ser uma parte importante da paisagem urbana até os dias de hoje.
A Arte da Oceania. A arte da Oceania é uma das formas mais antigas e distintivas da arte do mundo, que inclui a arte dos povos indígenas da Austrália, Nova Guiné, Nova Zelândia e ilhas do Pacífico. A arte oceânica tem uma história complexa e deve ser vista no contexto das tradições culturais que a produziram. As primeiras formas de arte oceânica foram a arte rupestre e a arte corporal, que foram produzidas pelos povos indígenas da Austrália há mais de 60.000 anos. A arte corporal, em que os corpos dos participantes foram decorados com desenhos e padrões, ainda continua sendo uma prática importante em muitas culturas indígenas da Oceania. A maioria da arte oceânica tem uma forte componente religiosa e é produzida como uma manifestação de culto ou devoção. A arte é usada para comunicar com espíritos ancestrais, transmitir histórias sagradas e recriar eventos importantes da vida. As esculturas são um meio importante de arte oceânica, com muitas culturas produzindo estatuetas em...

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